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domingo, 5 de agosto de 2012

DESAPEGO




As abelhas, após construírem a colméia, abandonam-na.

E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento.

Todo mel que fabricaram além do que necessitava é deixado sem preocupação com o destino que terá.

Batem as asas para a próxima morada sem olhar para trás.

Dizem que quando Deus esvazia nossas mãos, ele estar nos preparando para enche-las novamente.

Qual a forma mais simples para o desapego?

Descobrir que mereçemos mais.

Temos tanto medo do novo, de nos deixar levar pela macia e nova ventania de alegorias em nossa vida, que ás vezes nos vemos presos á uma situação, a uma pessoa.ás vezes, a situação ou a pessoa, já não nos acrescenta mais nada, mais ainda sim, ficamos ali... presos.
D.E.S.A.P.E.G.A.R !

Soa tão facíl falar, nos viciamos em algo que nos faz bem, e simplesmente, morremos de medo, de perder. Nos apegamos tanto, que já não vemos nossa vida, sem nosso material de alimentação moral, daquela compainha agradavél, daquele velho amor, daquela antiga paixão.

Talvez devessemos nos desapropriar de algo que é relativo, tudo passa.
Poucas coisas valem a pena se tonar permanente em nos mesmo.

Nossa mente, ela , causadora de nossas maiores dores, somos tão apegados as coisas que mesmo sabendo que elas já não nos fazem bem, continuamos presos há algumas realidades, que só nos machucam, pelo simples fato do medo de perder.

Deixa ir embora, vai te fazer bem.

'Deixe que os mortos enterrem seu mortos'.

Fuciona, acredite!

Não precisamos de muito não, só uma 1 dose de desapego e 2 de amnésia .

Esquecer faz muito bem.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

AMOR, O DOM SUPREMO




Coríntios I, cap. 13; vers. 1 a 13


E eu passo a mostrar-vos ainda um caminho sobremodo excelente.

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé; a ponto de transportar montes, se não tiver amor nada serei.

E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se recente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; porque, em parte, conhecemos e em parte, profetizamos.

Quando, porém, vier o que é perfeito, então o que é parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.

Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente, então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.

- Saulo de Tarso -